A sigla denomina hominis papova virus, sendo, portanto, uma infecção virótica.

É muito comum no resultado da prevenção do câncer ou mesmo nas colposcopias (exame realizado com microscópio apropriado do colo uterino e vagina) a suspeita de HPV.

Essa infecção encontra-se presente na população numa frequência de 2.5% até 11%. Isto reflete comportamento sexual distinto. A princípio, manifesta-se de forma celular imperceptível no colo uterino, na vulva, na vagina ou no ânus. No homem, preferencialmente no pênis, próximo ao ostio da uretra e na mulher próximo ao canal cervical (orifício do colo uterino).

O diagnóstico inicialmente é colposcópio ou citológico. Já nesta fase observa-se alguma alteração nas células infectadas, que indicam ou sugerem ação viral por hpv. Mais tardiamente o hpv manifesta-se clinicamente com surgimento de verrugas nos genitais, conhecido como condiloma acuminato (crista de galo) (vírus de baixo risco oncogênico ou neoplasia intra epitelial (nic).

Observam-se hoje que muitos pacientes infectados são inativos sexuais ou mesmo crianças, indicando mais uma via de contaminação além da sexual. No homem o diagnóstico é realizado também por coleta de exames para citologia, primeiro jato urinário e peniscopia (semelhante à colposcopia na mulher). Os achados de ação viral em citologia propõem uma avaliação mais acurada pela colposcopia, investigando as áreas preferenciais do canal cervical, as zonas de substituição ou transformação zt (área de cicatrização do colo uterino).

O que devo levar para a 1ª avaliação?

Todos os exames que confirmaram o diagnósticos como colpocitologia, colposcopia, biópsia ou histopatológico, captura híbrida. Descreva os tratamentos já realizados e o tempo de ressurgimento após o procedimento. Exemplo: ácido tricloracético 80%,50%, 5 fluoracil, cauterização, crioterapia ou congelamento, alta frequência ou leep.